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“Me arrependi”: Jovens compartilham sua jornada após cirurgia de mudança de sexo



A mídia tem espalhado muitas notícias sobre pessoas que transicionaram de um gênero para outro, submetendo-se a tratamentos hormonais e cirurgias irreversíveis. Não há, porém, muitas notícias sobre como essas pessoas se sentiram depois.

Um novo documentário produzido pelo apresentador da Fox News, Tucker Carlson, examinou as consequências de cirurgias transgêneros e destacou histórias de pessoas que usaram medicamentos experimentais, mostrando como isso afetou suas vidas, deixando consequências na saúde física e mental.

A primeira parte do documentário — Transgressão: o culto à confusão — que estreou na última quinta-feira (8), pela Fox Nation, apresentou relatos em primeira mão de pessoas que acreditavam ser do sexo oposto e passaram pela transiçao de gênero.

Seus depoimentos mostram que o uso de hormônios e as cirurgias experimentais realizadas causaram danos corporais, um imenso arrependimento e a dor de quem não pode voltar atrás. 

Durante uma entrevista no Fox & Friends, Carlson disse que tem observado o movimento transgênero na América e falou sobre os perigos e ameaças às crianças. “As pessoas que discordam do que está acontecendo estão sendo instruídas a ‘calar a boca’. Mas estão enviando crianças a cirurgias irreparáveis”, apontou.

“Isso é ilegal. Temos que proibir isso. É uma das piores coisas que aconteceu em nossas vidas. E o resto de nós ficou tão intimidado pelos gritos dos ativistas e pelos lobbies altamente financiados. Nós apenas deixamos isso acontecer. E nós realmente fomos intimidados ao silêncio”, continuou.

Transição de gênero

Os cineastas levam os espectadores a uma jornada, onde explicam em oito etapas distintas como o transgenerismo funciona de forma ritualística — que eles comparam a um “verdadeiro culto”. 

O projeto mostra como crianças em dificuldades são doutrinadas e enviadas para um caminho de danos irreversíveis.

Helena Kerschner é uma mulher que passou pela experiência da transição de gênero e aparece como destaque no documentário. Ela conta que começou a se identificar como um menino aos 15 anos e que lutou contra o transtorno alimentar e a depressão.

Helena revela que o site de mídia social Tumblr apresenta um conteúdo considerável de incentivo para que as pessoas passem por uma transição de gênero. E ela se deixou influenciar.

Arrependimento

Vários anos depois, Helena se arrependeu profundamente do que fez e percebeu que o sexo oposto não a representava: “Eu tive um grande momento de percepção e me arrependi. Percebi que eu não sou trans”.

“Foi como se a nuvem tivesse se retirado e eu imediatamente me tornei uma pessoa normal novamente. Eu voltei a ser eu mesma”, ela conta.

Walt Heyer é um homem biológico que, anteriormente, se apresentava como uma mulher chamada Laura Jensen. Ele passou pela transição de gênero e deu seu testemunho no documentário.

Atualmente, ele disse que usa sua experiência para ajudar outras pessoas através do site Sex Change Regret (Arrependimento pela Mudança de Sexo). 

Walt afirma que cerca de 60% das pessoas que buscam ajuda através de seu trabalho foram abusadas sexualmente quando crianças.

“Encontrei meu caminho para o Senhor, Jesus Cristo”

Conforme o Christian Today, um estudo de 2018, da Academia Americana de Pediatria, e outro de 2016, publicado no Journal of Clinical Child & Adolescent Psychology, sugerem que muitas crianças com histórico de disforia de gênero têm problemas de saúde mental ou neurodesenvolvimento

No entanto, mais pesquisas são necessárias antes que uma conclusão definitiva possa ser feita

Na segunda parte do documentário, os cineastas destacaram o caminho de Walt Heyer para a recuperação, observando como ele lutou contra o abuso de substâncias químicas e quase tirou a própria vida antes de sua condição melhorar. “Eventualmente, encontrei meu caminho para o Senhor, Jesus Cristo”, ele disse. 

Três tipos de disforia de gênero

Oferecendo uma perspectiva psicológica, o Dr. Michael J. Bailey, da Northwestern University, delineou os três tipos de disforia de gênero: disforia de gênero de início infantil, autoginefilia e disforia de gênero de início rápido. 

A disforia de gênero infantil é quando as crianças expressam o desejo de se identificar como o sexo oposto em uma idade jovem. De acordo com Bailey, essas crianças normalmente superam essa confusão.

A segunda forma de disforia de gênero, a autoginefilia, é vista em homens biológicos com um forte desejo de se vestir como mulheres e possuir partes do corpo femininas.

Já a disforia de gênero de início rápido envolve normalmente as mulheres, que passam a se identificar como transgêneros sem quaisquer sinais prévios.

‘Remoção de partes saudáveis do corpo’

Para Carlson, o apresentador da Fox News, a única forma de vencer essa questão de transição de gênero é através da família. 

O repórter investigativo do Christian Post, Brandon Showalter, também destaca no documentário as conversas que teve com pais e mães que estavam na busca desesperada para ajudar seus filhos.

A agonia deles é absoluta e dolorosa. Eu nunca ouvi tanta angústia e terror. Muitos tiveram que assistir seus filhos nessa jornada de cirurgias feitas em menores transidentificados, incluindo a remoção de seios e genitais”, relatou. 

“Por qual padrão de evidência médica eles estão legitimando a remoção de partes saudáveis ​​do corpo?”, questionou o repórter apontando para o que ele chama de “a pior forma de abuso infantil”. 

‘Aumento de 4.000% nos encaminhamentos para transições’

Brandon fez vários alertas sobre como a mídia tem colaborado para o crescimento acelerado de crianças e adolecentes que se identificam como transgêneros. Ele lembrou que, no Reino Unido, houve um aumento de 4.000% nos encaminhamentos de jovens ao serviço nacional de gênero para transições. 

Vale ressaltar que uma das consequências para quem passa pelos tratamentos com medicamentos experimentais é a infertilidade — um dos efeitos colaterais, entre tantos outros, como a depressão, por exemplo.

A escritora Abigail Shrier, que também participou do documentário, lembrou que a disforia de gênero afetava anteriormente 0,01%, das pessoas, ou seja, por volta de 1 a cada 10 mil homens e 1 a cada 30 mil mulheres. 

Atualmente, porém, pelo menos 1 mulher a cada 20 se identifica com a ideologia transgênero, dentro das universidades.



Fonte: Guiame


13/09/2022 – Destak Gospel

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