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Mãe chora ao perder a custódia da filha de 12 anos por negar que ela é trans


Jeannette Cooper, uma mãe de Chicago, nos Estados Unidos, perdeu a custódia de sua filha por se recusar a afirmar a identidade transgênero dela. 

Desde 2019, Sophia, de 12 anos, se identifica como um homem transgênero. Ela anunciou essa decisão quando chegou à casa de seu pai, sem o conhecimento de sua mãe.

Depois de receber a notícia, o pai alegou durante uma audiência no tribunal que sua filha “não estava mais mentalmente ou emocionalmente segura” enquanto estava sob custódia da mãe. 

Jeannette tinha a custódia de Sophia seis dias e sete noites por semana, de acordo com o Independent Women’s Forum. Devido ao desacordo dos pais, os dois passaram por uma bateria de testes psicológicos, visitas domiciliares e avaliações de caráter. 

Embora o relatório em si seja confidencial, os registros legais públicos não mostram evidências de abuso. No entanto, aqueles que avaliaram a menina, determinaram que ela precisava de tratamento de disforia de gênero para lidar com a decisão de troca de identidade.


Jeannette Cooper e sua filha Sophia. (Foto: Captura de tela/Independent Woman´s Forum)

Longe da família

Desde então, Sophia foi afastada da família. A mãe, que perdeu a custódia, fez um desabafo: “As pessoas que estão presas têm mais comunicação com seus filhos do que eu”, lamentou ao dizer que já perdeu os aniversários de 13, 14 e 15 anos de sua filha e em breve perderá seu 16º.

“O que eu não aceito é esse conceito de que ‘boa paternidade’ significa você ter que concordar com a ideia de que existe algo de errado com a criança. Eu não estou disposta a fazer isso”, disse a mãe. 

“Minha filha é uma menina”

“Eles querem que eu aceite o entendimento de que existe criança que nasce transgênero. Mas eu não acredito nisso. Minha filha é uma menina. Eu não vou mentir para ela ou para qualquer outra pessoa”, disse ao apontar que a boa paternidade se baseia em dizer a verdade. 

Jeannette disse que se identifica como uma “feminista radical” e que rejeita a visão erquerdista de que uma criança pode ser transgênero.

“É lamentável que estejam ensinando às crianças que uma palavra as fará cometer suicídio. Não é assim que o suicídio funciona. Sabemos que crianças deprimidas, ansiosas, autistas, com histórico de traumas na infância são mais propensas a tentar o suicídio ou se automutilar”, explicou. 

“Eles acham que mudar a identidade ou ‘criar um novo eu’ é o segredo para tirá-los de seus traumas de infância? Para tirá-los da depressão? Isso nunca foi verdade e nunca será”, defendeu a mãe. 

“Se eu chamá-la de Sophia, ela ainda viverá”

Jeannette disse que não vai reforçar a ideia de que a filha é tão fraca ao ponto de não poder ouvir seu nome de nascimento. “Se eu chamá-la de Sophia, ela ainda viverá”, destacou.

Depois de passar pela terapia, a mãe disse que se sentiu encurralada e obrigada a assinar a custódia para seu ex-marido, o pai de Sophia, reconhecendo que não queria continuar com uma batalha judicial que estava afetando emocionalmente ela e seu filho.

Como resultado, agora Jeannette só pode se comunicar com a filha pelo correio. Em meio às lágrimas, ela disse que não recebeu uma única foto de Sophia, desde 2019. “Não sei por que não mereço as fotos”, se questionou. 

Sobre Sophia

“Minha filha agiu como uma adolescente normal e não havia nenhuma proteção, nada a impediu. Não estou brava e nem decepcionada com ela, estou decepcionada com os adultos que falharam em protegê-la”, disse.

Jeannette não tem mais permissão para opinar nas decisões educacionais ou médicas de Sophia. Mesmo assim, ela conseguiu um acordo no tribunal afirmando que sua filha adolescente não teria permissão para fazer a transição médica ou cirúrgica de sua identidade sexual sem o consentimento dos pais.

Atualmente, ela disse que guardou todas as fotos de Sophia e compartilhou que vê-las se tornou um lembrete “insuportável” do relacionamento entre mãe e filha que foi interrompido 

“Algum dia, poderei abrir as caixas e não chorar”, disse Jeannette engolindo as lágrimas. Conforme o Faithwire, a única opção que ela tem de recuperar a custódia de sua filha é participar de várias sessões de grupos de apoio para pais com filhos que se identificam como transgêneros. Até o momento, ela já participou de cinco e  tem mais três pela frente.



Fonte: Guiame


01/08/2022 – Destak Gospel

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