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Igreja nos EUA contesta lei estadual que impõe política LGBT para escolas cristãs



Uma igreja no Maine, estado que fica no extremo nordeste dos EUA, está contestando uma lei estadual que impõe a política antidiscriminação LGBT. O governo estadual está proibindo que escolas particulares cristãs recebam fundos de um programa de mensalidades, caso não implantem a tal lei. 

A Igreja Crosspoint, que administra as Escolas Cristãs de Bangor, apresentou uma queixa, na segunda-feira (27), no Tribunal Distrital dos Estados Unidos.

A lei exige que as instituições acadêmicas que participam do programa estadual coloquem em prática uma política oficial antidiscriminação, que inclui a “proibição da discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero”.

Valores bíblicos não são aceitos pelo Estado

As escolas cristãs adotam uma postura bíblica sobre sexualidade, que inclui definir o casamento como sendo entre um homem e uma mulher, além de rejeitar qualquer identidade de gênero que não corresponda ao sexo biológico.

Com esse posicionamento e esse padrão que segue os valores bíblicos, as escolas cristãs se tornam inelegíveis para participar do programa de mensalidades. As famílias cristãs também não podem mais utilizar os benefícios, conforme o Christian Post. 

Limitar um programa de benefícios à agenda LGBT constitui um fardo substancial, conforme o First Liberty Institute que está representando a Crosspoint Church. A organização conservadora disse que já defendeu com sucesso casos semelhantes na Suprema Corte dos EUA.

Ataque de ativismo LGBT

O procurador-geral do Maine, Aaron Frey, disse que as Escolas Cristãs de Bangor ainda não são elegíveis para o programa de mensalidades por causa de suas opiniões religiosas sobre questões LGBT.

“A educação fornecida pelas escolas em questão é inimiga da educação pública”, ele atacou.

“Eles promovem uma única religião com exclusão de todas as outras, recusam-se a admitir crianças gays e transexuais e discriminam abertamente na contratação de professores e funcionários”, criticou. 

Frey ameaçou incluir emendas estatutárias para abordar a decisão do Tribunal e garantir que o dinheiro público não seja usado para “promover discriminação, intolerância e fanatismo”. 



Fonte: Guiame


30/03/2023 – Destak Gospel

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