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Gloria Gaynor, cantora de “I Will Survive”, conta seu testemunho de conversão



Gloria Gaynor é uma artista muito famosa, conhecida na década de 1980 como a “Rainha do Disco”, mas talvez sua música “I Will Survive” (Eu sobreviverei, em tradução livre) a tenha ultrapassado em fama. A música se tornou conhecida como um hit de festas.

Recentemente, a cantora falou em entrevista ao Faithwire sobre sua carreira, sua vida, sua jornada de fé e o papel que as lembranças de sua mãe cristã desempenhou em seu resgate.

“Minha mãe faleceu alguns anos antes”, disse Gaynor ao Faithwire da CBN. “Eu meio que perdi minha bússola moral por um minuto. … Eu estava meio no limbo moralmente e meio que concordando com quem eu era e tudo isso. Uma noite, o Senhor literalmente me agarrou pelo colarinho e disse: ‘Já chega’”.

A cantora conta que foi em uma das festas que participava – uma celebração organizada pela artista e seu então marido Linwood Simon – que o Senhor literalmente a pegou.

“Nós demos uma festa no meu quarto de hotel e as pessoas estavam chegando com drogas e todas essas coisas e eu estava pronta para me envolver, para me entregar, e o Senhor apenas disse: ‘Não’. Eu creio que Ele apenas disse ao inimigo: ‘Não esta. Ela é minha.’”

Gaynor contou que, pouco mais de um ano depois, se lembrou de ter encontrado sua certidão de batismo. Aquela descoberta inundou sua mente com lembranças de quando ela foi batizada aos 16 anos.

Para a compositora, Deus a lembrou naquele momento da fidelidade Dele.

“Ele não esquece – mesmo quando nós esquecemos”, ela disse. “Ele me deixou enlouquecer por um minuto. (…) Ele simplesmente nos ama muito”.

A artista disse que não há “nada mais importante” do que ouvir Deus quando Ele fala. Para reforçar essa ideia, a artista de 79 anos relembrou um caso milagroso em que ouviu a voz de Deus.

Alguns anos antes, a artista relatou que durante uma greve de ônibus ela procurava desesperadamente uma carona para casa. Finalmente encontrou um ônibus em operação, mas estava parado longe. Enquanto caminhava até ele, Gaynor se viu debaixo de um cavalete de trem quando do nada, ela “ouviu o Espírito Santo dizer: ‘Pare agora!’”

“Eu parei”, disse a cantora. “Olhei para baixo e meus dedos dos pés estavam pendurados em um bueiro aberto. Sim, é tão importante ouvi-lo quando Ele fala.”

Negociando com Deus

Gaynor teve um livramento dado pelo Senhor. Ela diz que, à medida que amadureceu em sua fé, aprendeu a aplicar as coisas que Deus revelou a ela – especialmente em sua carreira como artista. Ela admite que, no início de sua caminhada com o Senhor, tentou “negociar” com Deus, prometendo colocar pelo menos uma faixa cristã em cada um de seus álbuns.

Mas no fundo ela sentia que não era o que Deus queria. Gaynor pensou novamente e orou sobre fazer metade de seus futuros álbuns orientados para a fé. Mais uma vez, ela não recebeu a confirmação que estava procurando. Por fim, ela prometeu cantar apenas música gospel. Mais uma vez, porém, ela não se sentia confiante de que era o que Deus desejava dela.

Depois disso, Gaynor decidiu não gravar até que Deus revelasse a ela o que Ele queria. E foi aí que ela começou a ouvir Deus falar em sua vida.

“Por um ano, eu não fiz nada além de sentar e aprender e estudar a Palavra e ouvir o Senhor e escrever músicas e todo esse tipo de coisa”, disse Gaynor. “E depois de um ano, Ele me enviou de volta com isto: ‘Minha Palavra fala de todas as questões da vida. O que faria você pensar que eu não gostaria que você cantasse sobre todas as questões da vida do meu ponto de vista?’”

“Então foi isso que eu fiz”, ela disse. “Mudei algumas letras para algumas das minhas músicas que eu achava que estavam tortas – algumas das músicas que eu não canto mais.”

Comunidade LGBT

Gaynor não se esquivou de tópicos quentes, incluindo homossexualidade.

Em uma entrevista à BBC, em 2007, a jornalista Jane Little perguntou a Gaynor se ela tinha “uma oposição religiosa à homossexualidade”, já que seu hit “I Will Survive” se tornou um hino para muitos na comunidade LGBT.

 “Quero levá-los a Cristo e ao que Ele tem para eles. Eu quero conduzi-los a Ele; eu quero levá-los à verdade”, respondeu na cantora.

Em 2019, ela foi questionada sobre o assunto novamente por Sarah McCammon, da NPR, que estimulou Gaynor a explicar o que ela queria dizer em seus comentários à BBC. A cantora respondeu:

“Achei autoexplicativo o que eu disse. Não sou contra ninguém. Eu apenas acredito plenamente que Deus sabe e quer apenas o que é melhor para cada um de nós e é o único que pode fazer isso acontecer se confiarmos nEle. Esse é o começo e o fim dos meus pensamentos sobre isso”.

“Portanto, nada do que sinto sobre a homossexualidade ou minha fé em Deus e minha crença absoluta na Bíblia, que acredito ser a Palavra de Deus, … mancha minha capacidade de amá-los. E eu acho que é isso que é importante”, declarou.

Gaynor disse que muitas vezes pergunta às pessoas: “Você está ciente de que o sexo é ideia de Deus?”

“Há uma maneira de [se envolver sexualmente]”, explicou ela. “Há um caminho para tudo, dentro dos limites de Seu [desígnio]. E cada coisa que Ele nos diz para fazer ou não fazer é para o nosso próprio bem. Não há nada que possamos fazer por Ele; tudo o que Ele está fazendo por nós.”

Convicção de fé

A cantora e compositora permaneceu firme em sua fé e convicções mesmo dentro de uma indústria muitas vezes condenada por sua amoralidade.

“Eu não estou empurrando nada goela abaixo de ninguém, mas se você quer saber por quê, eu posso te dizer por que [eu sigo o Senhor]”, ela disse. “Eu posso ajudá-lo a entender isso. Posso levá-lo a um caminho melhor porque, como já disse muitas vezes, Ele nos ama com um amor eterno, imutável e incondicional. Tudo o que Ele nos diz para fazer, que Ele quer que façamos é para o nosso próprio bem.”

Gaynor está fazendo sua estreia como atriz em seu novo filme de Natal, “The Thursday Night Club”, que estreou em 1º de novembro na plataforma de streaming Pure Flix, baseada na fé.

 



Fonte: Guiame


03/11/2022 – Destak Gospel

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