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Família deixa vida de conforto na Califórnia para serem missionários em ilha do Pacífico


Em 2009, Wayne Chen e sua esposa Gail deixaram uma vida confortável na Califórnia para atender o chamado de Deus e serem missionários na ilha Biem, em Papua Nova Guiné.

A pequena ilha do Pacífico tem apenas 3 quilômetros de extensão e 2 mil habitantes indígenas. 

Em Biem, não há conveniências modernas, como água potável, eletricidade e internet. E o único transporte para chegar na ilha são pequenos barcos.

Durante quase dez anos, o casal de missionários e as duas filhas pequenas enfrentaram a ameaça de malária e a recorrência do câncer de Gail.

“Apenas sobrevivendo lá dia a dia, enfrentando dengue, malária e coisas assim”, contou Wayne, à CBN News.

“Você não diria que essas coisas ‘valem a pena’. Mas, como cristãos, não acho que a questão deva ser como nos sentimos sobre essas coisas. A questão é: como filhos de Deus, como devemos interpretar todas essas coisas que experimentamos em nossas vidas?”.

Criando um alfabeto para ajudar na evangelização

Os missionários passaram três anos aprendendo a língua e a cultura do povo. Para ajudar na pregação do Evangelho, eles criaram um alfabeto de Biem. 

Então, Wayne e a esposa ensinaram as pessoas a ler e a escrever e começaram a compartilhar as Boas Novas.

Ao ouvirem sobre o sacrifício de Jesus na cruz pela humanidade, muitos aceitaram a Cristo como seu Salvador.

Em 2012, a primeira igreja na ilha foi plantada e no ano seguinte, 11 habitantes foram batizados.


O casal Wayne Chen e Gail levaram o Evangelho a Biem. (Foto: Reprodução/CBN News).

Em 2016, os primeiros pastores locais foram ordenados e viajaram para outra ilha, a 25 quilômetros de Biem, para pregar o Evangelho.

“Antes de acreditar em Cristo, fiz muitas coisas ruins”, disse um morador, que se tornou cristão.

“Tomei drogas, menti, odiei. O que quer que as pessoas do mundo fizessem, eu também fazia. Mas quando confiei no Senhor e me tornei filho de Deus, foi como se tornar uma nova pessoa. Eu estava tão feliz. A Palavra de Deus entrou na minha vida e fez uma grande transformação”, testemunhou ele.

Outra convertida da ilha declarou: “Antes, eu não sabia o que era graça. Depois de fazer o curso de alfabetização e começar a ler a Bíblia, agora entendo o que é graça”.

Desafios do campo missionário

A família missionária precisou construir sua própria casa e cultivar seu próprio alimento na ilha. Mas, o maior desafio, segundo Wayne, foi não conseguir garantir a saúde e a segurança de sua família.

Não havia muitos recursos médicos para sua esposa Gail, que lutava contra um câncer.

“Alguém me disse diretamente: você não tem o direito de tomar essa decisão por seus filhos e levá-los a um lugar como aquele”, confessou Wayne.

Gail disse que, por muitas vezes, questionou Deus e seus planos. “No processo, eu perguntava a Ele: ‘Por quê? Estamos fazendo algo errado?’. Mas quando nos perguntamos se Deus havia mudado, se seu amor havia mudado, se sua salvação havia mudado, quando pensamos sobre isso, nada disso havia mudado”, testemunhou ela.

Wayne disse que precisou confiar em Deus e não em sua própria capacidade. “Em que eu estava confiando para proteção? Era o que eu poderia fornecer como pai, ou estava simplesmente confiando que Deus assumiria a responsabilidade por nossas vidas?”, afirmou.

E o missionário concluiu: “Quando nossas vidas são usadas por Deus, pode não ser confortável, pode não ir de acordo com nossos planos, mas não quero investir apenas nos próximos 20 a 30 anos da minha vida. Quero investir nos próximos 2 mil ou 20 mil anos”.



Fonte: Guiame


29/08/2022 – Destak Gospel

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