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Chefe dos bombeiros é demitido por ir à conferência de igreja e leva caso ao tribunal



Um caso de discriminação religiosa está sendo analisado pelo Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos EUA. O chefe de bombeiros, Ron Hittle, foi demitido logo após ter participado de uma conferência de líderes realizada numa igreja. 

Os advogados de Hittle pediram ao tribunal federal de São Francisco que revertesse a decisão do tribunal inferior que permitiu que o Corpo de Bombeiros de Stockton, na Califórnia, demitisse o profissional. Essa batalha judicial já se arrasta por quase 12 anos. 

Algumas organizações que lutam pela liberdade religiosa, como o First Liberty Institute, Baker Botts LLP e o Church State Council, estão representando Hittle e argumentando que a cidade violou seus direitos civis.

‘Intolerância flagrante’

“Os funcionários da cidade de Stockton demonstraram intolerância flagrante em relação às crenças religiosas do chefe Hittle”, disse Elisabeth Butler, da Baker Botts.

“A lei federal protege a liberdade de cada americano de viver sem medo de perder o emprego simplesmente por causa de suas crenças”, ela continuou.

“Oficiais de Stockton demitiram Hittle por participar de uma conferência global de liderança com a presença de centenas de milhares de pessoas, simplesmente porque estava associada à religião”, acrescentou o vice-presidente de litígios do First Liberty, David Hacker. “Esta é uma evidência clara de discriminação religiosa ilegal”, ele resumiu.

‘Demiti-lo é contra a lei’

Alan Reinach, do Conselho Estadual da Igreja, observou que Hittle foi tratado como um criminoso pelas autoridades da cidade por comparecer a uma conferência de liderança realizada no campus de uma igreja.  

“Os oficiais de Stockton trataram Hittle como se ele tivesse cometido um crime. E demiti-lo é contra a lei. O 9º Circuito precisa corrigir essa decisão absurda do tribunal inferior”, disse Reinach. 

Hittle foi nomeado chefe do Corpo de Bombeiros de Stockton em 2006 e tinha 24 anos de serviço no departamento. Conforme notícias da CBN News, ele foi demitido em setembro de 2011 por participar de um treinamento de líderes. Os advogados o defendem dizendo que isso é discriminação religiosa. 



Fonte: Guiame


29/03/2023 – Destak Gospel

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