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3 pilares para manter uma vida saudável



De acordo com estudos realizados por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Universidade de São Paulo (USP), Fiocruz e Universidad de Santiago de Chile, a alimentação não saudável, baseada em ultraprocessados, por exemplo, causa o óbito de pelo menos 57 mil pessoas por ano no Brasil.

“É recomendado pensar em uma alimentação saudável, com variedade, moderação e equilíbrio. Quanto mais natural e livre de alimentos industrializados for a dieta, melhor para nossa saúde. Para facilitar esse processo, o ideal é investir naqueles alimentos que sejam saborosos ao seu paladar, mas, ao mesmo tempo, saudáveis para o organismo”, afirma Sidilene Antônia Mudesto, nutricionista na UBS Jardim Comercial, em São Paulo, gerenciada pelo CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”.

Os maus hábitos alimentares podem colaborar com o desenvolvimento de doenças, como diabetes, colesterol alterado, hipertensão, câncer, obesidade, AVC, entre outras enfermidades. Por isso, o cuidado com a alimentação é uma das maneiras encontradas para prevenir possíveis problemas de saúde.

Aliadas a este cuidado, estão também as questões psicológicas, que precisam de um olhar atento. No ano de 2019, quase um bilhão de pessoas sofriam com algum transtorno mental. E só no primeiro ano de pandemia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) constatou que casos de depressão e ansiedade aumentaram mais de 25% no mundo. Assim, com todas as mudanças e instabilidades do cotidiano, torna-se também indispensável o cuidado com a saúde mental.

“Nos atendimentos psicológicos, é comum ouvir do paciente que ele não tem tempo para cuidar de si. O que ocorre é que, muitas vezes, priorizamos outras pessoas e situações, deixando nosso próprio cuidado de escanteio. É essencial nos lembrar que a pessoa mais importante de nossa vida somos nós mesmos e que, quanto mais nos cuidarmos e mais saudáveis estivermos mentalmente, melhor para a nossa saúde no geral”, complementa Ligia Kaori Matsumoto, psicóloga na UBS Alto da Riviera, que também está sob gestão do CEJAM.

Outro pilar, não menos importante, que reforça todo este autocuidado, é a prática de exercícios físicos. O sedentarismo também é um grande vilão quando se trata de saúde. Por isso, nutrir hábitos nesse sentido faz toda a diferença ao organismo.

A OMS acredita que, até o ano de 2030, cerca de 500 milhões de pessoas desenvolverão doenças cardíacas, obesidade, diabetes ou outras doenças não transmissíveis devido à falta de atividades físicas.

“Muita gente ainda acredita que a hereditariedade é um fator determinante para o desencadeamento de muitas doenças, quando, na verdade, são os hábitos diários que são fundamentais para o agravamento, surgimento ou não delas. O exercício físico regular, associado a outros hábitos saudáveis, promove uma série de benefícios ao corpo e à mente. Mas apenas com consistência, disciplina e paciência é que os resultados aparecerão”, explica Domitilia Antas, profissional de educação física na UBS Jardim Nakamura e UBS Jardim Coimbra, administradas pelo CEJAM.

E, para manter os cuidados nas diferentes esferas da vida, as três especialistas dão algumas dicas para atingir um bom quadro de saúde. Confira abaixo:

– Faça escolhas mais saudáveis na alimentação. Opte sempre por alimentos naturais, como legumes, frutas e verduras;

– Mantenha o seu corpo hidratado, a partir da ingestão de água;

– Tenha uma boa qualidade de sono;

– Pratique algum hobby ou atividade prazerosa;

– Participe de reuniões e grupos onde você possa interagir, ter conversas saudáveis a respeito da vida, sentimentos e saúde como um todo;

– Sempre que possível, faça seus percursos a pé. Opte por usar escadas comuns em vez de elevadores e escadas rolantes. E, se puder, use nos seus deslocamentos diários aparelhos com rodas, sem motor, como, por exemplo, bicicleta, patins, patinete etc.



Fonte: Guiame


13/04/2023 – Destak Gospel

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